Os perigos da alienação parental
Enviada em 28/09/2020
A alienação parental ocorre comumente em diversas famílias, as quais normalmente estão passando por uma fragmentação. Esse fenômeno se manifesta por meio dos pais, os quais geram uma corrente de manipulação um ao outro, visando obstruir a relação do filho com seu outro responsável. Entretanto, a criança é mais afetada, pois corre o risco de sofrer danos psicológicos que podem vir a ser irreversíveis.
Essa ocorrência tem como motivação o rompimento indesejado de uma família, no qual um dos pais não aceita essa desestruturação, que serve como gatilho para que ele comece uma série de manipulações, cujas afetam a relação de seu ex-companheiro com seu filho. Exemplo disso é um casal que se divorciou em 2002, no qual o homem, com uma tentativa falha de reatar o relacionamento induziu a filha a desenvolver sentimentos negativos em relação a sua mãe, cuja em 2014 levou o caso à justiça, se queixando de crises emocionais e abalos psicológicos de sua criança. Portanto, conclui-se que términos de relacionamentos, se não tratados com maturidade, podem ocasionar a alienação parental.
O aprisionamento dos filhos se ramifica de formas extremamente influente na vida dos mesmos. Isso porque ele gera a síndrome da alienação parental, a qual surte por meio do afastamento de um dos responsáveis da prole. Nesse momento, as ações do pai opressor afetam o psicológico de seu filho, de tal maneira que ele reproduza em seu consciente memórias falsas sobre o pai oprimido, cujo passa a ser visto como uma má influência.
Em função dos fatos apresentados, conclui-se que a alienação deve ser um tema amplamente divulgado, visto os sérios impactos que ele pode trazer na vida de uma criança. Isso deve ser feito por meio de campanhas financiadas pelo governo, as quais devem diferir mitos e fatos sobre o tema bem como suas consequências. Com a execução dessa medida, menos crianças serão afetadas por esse tipo de ação, construindo portanto, relações saudáveis entre os laços familiares.