Os perigos da alienação parental
Enviada em 28/09/2020
O psiquiatra alemão, Richard Gardner, acredita que a alienação parental se trata de um processo que consiste em programar uma criança para que odeie um de seus genitores sem justificativa, assim a criança ou o adolescente vai se distanciando de seu outro genitor cortando todos os seus vínculos com este. Isso acarreta riscos para a saúde psíquica e emocional de uma criança ou adolescente podendo deixá-la com um baixo rendimento na escola ou até mesmo depressiva.
Em primeira abordagem é notário que a criança necessita presença de seus dois pais para a formação de seu caráter, com o afastamento de um destes os jovens acabam se prejudicando academicamente. Com a falta de uma dessas maiores influências os filhos acabam se sentindo “perdido” no ambiente escolar pois há uma falta de apoio paterno ou materno, o que muitas vezes até mesmo gerar um certo perfil agressivo.
Em uma segunda análise observamos que as crianças se sentem muito sozinhas e sem aparo familiar e sem uma ajuda devida os jovens não conseguem de comunicar de modo correto logo começam a se isolar. Devido a falta de presença familiar o jovem desenvolve por si só inseguranças e problemas até mesmo maiores, como depressão. Muitos filhos para escapar da dinâmica familiar acabam encontrando refúgios nas drogas e outras substâncias ilícitas.
Em fase à essa realidade o MEC deve exigir que as escolas realizem exames psiquiátricos nos alunos no intuito de notar características dessa alienação paternal e caso essa exista exigir a intervenção do instituto da criança e do adolescente. Tendo as devidas medidas tomadas, o apoio dos psicólogos e dos psiquiatras se faz de extrema importância em ambientes familiares hostis, assim será possível acabar com essa divisão familiar.