Os perigos da alienação parental

Enviada em 28/09/2020

Papai ou Mamãe

O psiquiatra estadunidense Richard Gardner, em 1995, criou o termo Síndrome da Alienação Parental, que é quando o menor apresenta comportamento distintos decorrendo da influência que o guardião exerce sobre o menor. Ademais, os prejuízos da formação da criança são de grande monta, como o dano emocional, abuso moral e a  dificuldade de estabelecer relações de afeto com outras pessoas. Por isso é necessário discutir a alienação parental, intrinsecamente ligado aos aspectos emocionais.

De acordo com o filósofo John Locke, todo indivíduo nasce sem nenhum conhecimento de mundo, e todo esse aprendizado de como se vive dentro da sociedade é guiado por vários contextos, um deles é o familiar. Por isso, se uma criança é uma tabula rasa e é gerida apenas por um genitor, a sua visão de mundo acaba sendo diferente do que seria se tivesse o contato com uma outra pessoa ou voz em sua formação. Além disso, se esse menor não sofrer com a alienação de seu genitor, provavelmente se tornaria uma criança e um adulto mais saudável.

Analisando mais profunda os prejuízos da formação do menor, percebe-se que a criança que sofre com a alienação parental não frutifica dentro de um ceio familiar harmônico, e se existe essa alienação, o genitor esta ferindo um direito básico garantido no Estatuto da Criança e do Adolescente. Além disso, esse menor esta sofrendo uma consequência que é a ausência dessa pessoa importante na sua formação, ainda desenvolvendo distúrbios de comportamento que trarão danos na vida adulta.

Portanto, para que o menor não sofra com a alienação parental é necessário entender a importância do laços afetivos e familiares, para isso o Estado por meio do Ministério da Educação, precisa informar as pessoas por meio de palestras em escolas envolvendo pais e filhos, mostrando a necessidade do convívio com seus genitores e incluindo a gravidade desse problema. Além de mostrar aos guardiões que os seus deveres repercute na vida da criança.