Os perigos da alienação parental
Enviada em 28/09/2020
A constituição federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente garantem à criança e ao adolescente proteção integral, resguardando seu pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social. A interferência psicológica causada pela alienação parental resulta do repúdio herdado pela criança, demonstrado pelos seus genitores. O impacto psicológico da alienação parental nas relações familiares é devastador, afetando o vínculo entre filhos e pais.
As sequelas apresentadas após o abuso mental causado pela alienação é chamado de Síndrome da Alienação Parental, caracterizada pelo caos nas mentes dos filhos e aversão com relação aos seus parentes. Esse problema está mais presente em crianças que presenciaram o processo de divórcio de seus pais, já que sempre existe a mágoa e o ressentimento nos momentos vividos pelos mesmos.
Na maioria das vezes, a alienação não pode ser identificada de uma forma prática, nem mesmo os pais, que são os principais causadores, percebem que estão fazendo isso com os filhos. Tudo vai se moldando de uma maneira sutil e imperceptível, sendo apenas modificado com análise de um psicólogo ou especialista no assunto.
Devido o grande debate de questões psicológicas apresentadas nos dias de hoje, com a ajuda das redes sociais, as próprias vítimas acabam encontrando meios de identificar seus problemas e reconhecê-los na justiça. A lei de alienação parental no ordenamento pátrio trata-se de um grande avanço nesse combate buscando, com isso, a efetiva proteção moral, emocional e psíquica do infante e de sua relação com seu ente querido. Também é necessário maior conscientização a população sobre esse problema, já que grande parte dos alienadores não tem noção da gravidade do que eles estão fazendo e como estão prejudicando o futuro de seus filhos.