Os perigos da alienação parental

Enviada em 28/09/2020

A alienação parental reclama um dos tratamentos mais delicados do cerne social, isso porque envolve parte que nutre sentimentos nocivos entre seus componentes e parte que sofre de tais. Apesar disso, ao avançar das ciências de cunho psicológico, cada vez mais os mais afetados vêm provendo-se de salvaguarda, não impedindo, no entanto, a germinação de sérios prejuízos aos pósteros infaustos e ao genitor alienado. Problemas esses necessitam de cada vez mais urgentes mudanças resultantes no seu atenuamento.

O calamitoso, talvez maior, da abstração dos genitores, é que na grande parcela das situações onde ocorre os filhos estão, ainda, em parte essencial de seu desenvolvimento, decorrendo-se um grande atraso ou prejuízo em tal. O ocorrido se dá pois o problema envolve, em essência, a nutrição de sentimentos danosos acerca de um genitor na mentalidade do infanto, tudo isso proporcionado pelo outro em questão. Faz-se óbvio então que essa inserção na mentalidade de um ser ainda não completo, será causadora de futuros traumas, sentimentos perniciosos e, até mesmo, transtornos psicológicos, daí a urgência da resolução da questão.

Outro problema acerca do tema que se faz menos comentado em relação ao anterior são os danos ao próprio parente alienado, esse que tem sua pessoa moralmente deslustrada em relação à própria sóbole. Os efeitos que se decorrem disso são ainda tão devastadores, incluindo desde a matura à afeição de vingança ao outro, quanto o sentimento de impotência ao não conhecimento de como reagir ao filho que talvez nunca o enxergue com a mesma sentimentalidade. De tal male também se acompanham futuros desastres psicológicos ao abstraído, como depressão, indução à vícios, dentre outros.

Com a reflexão dos fatos faz-se óbvio a necessidade de uma urgente mudança desse quadro no Brasil. Mudança essa seria muito bem iniciada com a criação de leis, normas e condutas que abarcassem todos os prejudicados na situação, também se faria, com certeza, de muito bom proveito o maior preparo e instrução aos funcionários das ciências neuropsicológicas ao lidar com os casos. Assim seria montado um panorama muito mais justo e certeiro em nosso meio, uma vez que famílias desestabilizadas e quebradas em sua essência são chamarizes de futuros males sociais.