Os perigos da alienação parental
Enviada em 29/09/2020
O documentário brasileiro ‘‘A morte inventada", mostra os efeitos e as consequências causadas pela alienação parental atitude essa bastante comum em casos de separação conjugal. Muito disso acontece como uma forma de vingança fazendo a criança ter sentimentos negativos por um dos pais, afetando assim psicologicamente e deixando marcando na vida da criança, além de ser considerado crime. A partir disso, pode-se concluir que a alienação parental é um perigo para a saúde e bem-estar da criança.
Em primeiro lugar, pode-se destacar os efeitos negativos na saúde psicológica da criança ou do adolescente afetado. Em 1980, o psiquiatra Richard Gardner descobriu um síndrome causada a partir da alienação parental que gera distúrbios psicológicos como ansiedade e depressão. O denominado cônjuge alienador utiliza desse método como uma forma de vingança fazendo com os filhos desenvolvam raiva, mágoa, desprezo entre outras coisas pelo outro genitor e/ou sua família. Com isso, é possível compreender que os efeitos causados por esse tipo de abuso afeta não só a criança mas todo um grupo de pessoas.
Em segundo plano, é importante saber como identificar esse tipo de abuso e o que fazer. A alienação parental é considerada crime por conta do descumprimento dos deveres inerentes à autoridade parental podendo causar uma prisão preventiva se for constatado alguma forma de abuso por meio da alienação. Algumas coisas importantes para se observar afim de identificar a alienação são: Dificultar o contato do filho com o progenitor; Omitir ao progenitor informações pessoais e importantes da criança entre outras. Sendo assim, é importante destacar que nem sempre é fácil identificar esse tipo de abuso mas é necessário se manter atento.
Face ao exposto, é possível compreender que a alienação parental consequências graves para a vida das crianças. A partir disso, o conselho tutelar por meio de determinação dos juízes encarregados dos casos de separação envolvendo crianças, deveriam fazer um acompanhamento semanal na casa das famílias, juntamente com ajuda psicológica, afim de se evitar a possibilidade de abuso por meio de alienação fazendo com que assim as futuras crianças não sofram como as de ’’ A morte inventada’’.