Os perigos da alienação parental
Enviada em 08/10/2020
Alienação parental é o termo usado para definir a situação em que um dos responsáveis legais e/ou familiares tentam influenciar negativamente a visão que a criança tem do pai/mãe após o fim da vida conjugal. É fato, que um divórcio mal resolvido é um causador desse problema, que pode gerar graves distúrbios psicológicos para o filho envolvido como consequência.
Primeiramente, a relação dos pais é muito importante para o desenvolvimento da criança, pois os têm como exemplo. Dessa maneira, quando os pais não possuem um bom relacionamento mesmo após o divórcio, pode influenciar negativamente a saúde mental do filho, ora propositalmente, por meio da influência para o filho apoiar um lado por puro senso de autoridade, por vingança ou orgulho, ora não. Entretanto, essa atitude a partir do ano de 2018 é considerada crime e de acordo com a Lei 13 431/2017 o alienador pode ser denunciado e receber advertências, pagamentos de multas ou até mesmo modificação da guarda.
Por conseguinte, esse processo não tem consequência apenas para o alienador, mas também para a criança que passa por essa situação, pois de acordo com o psiquiatra alemão, Richard Gardner, desde cerca de 1980, ela pode gerar uma SAP – Síndrome da Alienação Parental. Diante disso, esse é um problema grave pois abusar psicologicamente uma criança ou adolescente a odiar alguém pode acarretar na sua saúde mental e emocional.
Dessa forma, a fim de conter os perigos ocasionados pela alienação parental no Brasil, é necessário que além da Lei já criada o governo em parceria com o Ministério da Saúde exija que as crianças que possuem os pais separados tenham um acompanhamento psicológico. Logo, as crianças terão sua saúde mental cuidada, além de junto com a profissional conseguir entender se tiver algo errado. Sendo assim, a partir do momento que essa exigência for realizada será possível diminuir os problemas psicológicos das crianças e adolescentes por causa da alienação parental.