Os perigos da alienação parental
Enviada em 23/10/2020
No Brasil, um dos assuntos mais importantes é a questão sobre os perigos da alienação parental, pois as complicações do divórcio e as brigas entre o casal acabam por influenciar de modo hostil a vida da criança, podendo causar doenças psíquicas e dificuldade de sociabilidade. Nessa perspectiva, notam-se esses aspectos como negativos, os quais afetam a vida do menor. Com isso, há a necessidade de o Governo e de a sociedade atuarem contra tal sociedade.
A princípio, é válido elucidar que em uma separação uma das partes fica mais impactada, e geralmente, essa pessoa começa a alienar o filho contra o cônjuge. Segundo o programa televisivo Fantástico, os psicólogos afirmam que o público infantojuvenil, o qual sofre com a desunião dos pais, a disputa da guarda e a alienação parental, são menores mais propensos a desenvolver doenças psíquicas como a depressão, a ansiedade, o isolacionismo social, a desmotivação e o baixo rendimento escolar. Nesse sentido, é possível perceber as séries de malefícios que a alienação dos pais sobre o menor pode ocasionar, sendo algo prejudicial, já que afeta a integridade emocional desse público, o seu bem-estar e o seu desenvolvimento social, podendo gerar um adulto frustrado e com severos problemas mentais. Desse modo, são cruciais ações do Poder Público para mudar essa realidade.
Ademais, é relevante explanar que o ato de um dos pais, em situação de divórcio, manipular o filho contra o outro membro, é um gesto egocêntrico do responsável, o qual prejudica o próprio menor. De acordo com o Sociólogo Zymunt Bauman, a sociedade vive a modernidade líquida em que as relações são voláteis e não sólidas. Nesse viés, entende-se sob a ótica desse sociólogo, que a alienação parental se configura como um ato egoísta de um dos pais em manipular o filho contra o seu próprio parente, para ter o afeto ou a guarda da criança somente para si, tentando isolar o menor de vivências alegres e amorosas ao lado do seu familiar, o que pode prejudicar a vida social desse menor e a sua saúde psíquica. Dessa maneira, são essenciais ações da Esfera Pública para reverter esse cenário.
Portanto, diante dos fatos supracitados, constata-se a necessidade de se debater e solucionar o problema em questão. Para isso, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Justiça, deve incrementar leis mais sólidas contra a alienação parental, essas leis devem ser elaboradas por juízes e desembargadores, com o intuito de aplicar multas, prestação de serviços comunitários ou prisões a indivíduos que comentem esse ato hostil. somando-se a isso, o Governo deve estabelecer campanhas de combate a essa prática, mediantes as mídias sociais, para evitar os danos psicológicos no menor e protegê-lo de qualquer dano, estimulando á população a denunciar esses atos de alienação parental. Dessa forma, de modo a atenuar o problema em análise e reduzir os perigos dessa situação.