Os perigos da alienação parental

Enviada em 19/10/2020

Para Gardner, a alienação parental trata-se de um processo que consiste em programar uma criança para que odeie um de seus genitores sem justificativa. Contudo, ao ser vítima de tal abuso, a criança/o adolescente pode abrir precedentes para o desenvolvimento de transtornos como depressão e a bipolaridade. Portanto, os pais devem, antes de irem a judiciário, procurar o acompanhamento psicológico.

Para começar, é importante saber que a alienação parental é considerada um abuso. Segundo a psicóloga fundadora da Vittude, Tatiane Pimenta, esse tipo de ação pode traumatizar a criança/o adolescente  tornando-o mais vulnerável à depressão. Na verdade, eles ficam mais suscetíveis a contrair não só essa doença, mas outros tipos de transtornos mentais.

Sobretudo, cabe mencionar que a bipolaridade é uma dessas doenças psicológicas, mas como o que a causa? De acordo com cientistas da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, os traumas ou outros acontecimentos marcantes da vida familiar e/ou íntima podem ocasiona-lá. Em resumo, a mente da vítima muda de humor rapidamente para conseguir lidar com a dor.

Sendo assim, com o intuito de proteger as crianças contra a alienação parental, o judiciário deve exigir que, antes de continuar o divórcio, os pais/responsáveis realizem, por meio de consultas, o acompanhamento psicológico para que o filho seja menos prejudicado emocionalmente. Além disso, os institutos educacionais brasileiros podem apresentar, dentro do âmbito escolar, um profissional da psicologia ou psiquiatria. Dessa forma, o número de vítimas desse abuso diminuirá.