Os perigos da alienação parental

Enviada em 19/11/2020

Além de todo o pano de fundo histórico do fascismo, o filme italiano “Bela Vida” também destaca a cumplicidade dos pais de Josué, que os levou a trabalhar juntos para superar o sofrimento do campo de concentração e manter a unidade familiar. No entanto, na era de hoje, especialmente quando a separação do casamento se aproxima, o comportamento de alienação dos pais, que é caracterizado por alienar a prole e pelo menos prejudicar um de seus pais, torna-se um problema em si, especialmente devido aos seus riscos. Portanto, devemos ter certeza Lute para não prejudicar a formação da personalidade desde a infância.

Em primeiro lugar, devemos analisar a filosofia ética deste paradigma. Assim, segundo a ordem do filósofo racionalista Emmanuel Kant, os comportamentos morais são classificados como de caráter, ou seja, devem ser norteados pelo ideal da empatia universal, percebendo que o resultado é a expectativa humana última. Portanto, as instituições familiares não podem aplicar a ética universal, pois a calúnia e o discurso de ódio gerados pela alienação parental causam interferência e impacto psicológico na formação dos jovens, que nesta perspectiva estarão em um ambiente repleto de problemas e expectativas distópicas crescendo a moralidade universal.

Além disso, de acordo com dados do IBGE, em 2016 e 2017, um terço dos casamentos terminaram em divórcio e os litígios em guarda conjunta aumentaram 13,4% em três anos. Portanto, a atenção aos menores também aumentou. Além disso, em lei, a Lei nº 13.431 / 2017 prevê penalidades para a alienação do autor pelos pais, evitando a manipulação de menores com o objetivo de prejudicar as partes envolvidas na ação. Porém, segundo dados do TJ-BA, só na Bahia, 13.827 pessoas deixaram o emprego em 2017, e apenas 3,14% possuíam convênio de guarda compartilhada, que privava pais e filhos da coexistência e gozo de benefícios.

Portanto, fica claro que a alienação parental é o prenúncio de diversos transtornos psicológicos que requerem intervenção no país. Diante disso, deveria o país usar a imagem do Ministério da Justiça para melhorar a aplicabilidade das leis e fiscalizações relativas à manipulação familiar de forma a estabelecer parceria com o sistema de ensino para acolher denúncias e restaurar a integridade dos menores, porque dilemas psicológicos podem levar a sérios problemas sociais. Por fim, a prefeitura e as universidades precisam realizar campanhas públicas e palestras com a ajuda de educadores e profissionais psicólogos, para que, ao final, a responsabilidade social acabe erradicando esse paradigma no Brasil.