Os perigos da alienação parental
Enviada em 19/11/2020
Alienação parental é um termo desenvolvido para descrever uma situação em que um parente da criança seja ele um pai, mãe ou avô no qual introduz noções depreciativas de um dos pais, causando assim a repúdio da criança. Este fato acontece em várias famílias e é um grave problema para o desenvolvimento físico e mental das vítimas. Portanto, é necessário pensar criticamente sobre o assunto.
Em primeiro lugar, é importante destacar que um dos principais perigos do assunto é que o Brasil não tem penalidades específicas para essa prática. Nesse sentido, embora a Constituição Cidadã de 1988 garanta a proteção de crianças e adolescentes no plano burocrático, ainda não existe uma lei definitiva que condene a alienação parental. Isso fez com que esse comportamento seja comum em várias famílias. Essa condição do pode levar à instabilidade no desenvolvimento pessoal e na vida social da criança, pois atritos entre os pais podem levar ao isolamento pessoal, o que constitui um sério impacto em sua experiência de vida.
Além disso, vale destacar o impacto na saúde mental e física das crianças. Sob esse viés, é necessário destacar que, a manipulação da criança contra um dos pais pode levar à depressão, ansiedade, dificuldades de aprendizagem, medo e agressividade dos filhos.
Portanto, é necessário que o departamento administrativo aprove a “Lei da Alienação Parental” por meio da supervisão do processo de tutela pessoal e da orientação dos educadores psicológicos de crianças e adolescentes, a fim de identificar a alienação parental e suas consequências. Além disso, quando as mudanças no comportamento dos alunos são conhecidas, é necessário que a escola converse com os pais para mostrar que o desempenho da criança ou adolescente mudou, e para informar aos pais que os sentimentos da criança devem ter prioridade para evitar que ocorra Alienação parental.