Os perigos da alienação parental

Enviada em 19/11/2020

A alienação parental pode ser conceituada como uma intervenção na formação psicológica de um pai ou cuidador contra outro menor, o que é comum no Brasil. O avanço do “Projeto La Vie” proposto por Sartre é uma experiência que gira em torno da realização, expressão e desejo de vida, que costuma ser doloroso e inaceitável. Portanto, dois aspectos são destacados: a santidade da família e o preconceito contra crianças e jovens.

A santificação da família, especialmente o sacramento dos pais, teve origem no período colonial por ter significados tradicionais e costumeiros. Portanto, quando expostas a um novo ambiente familiar, algumas pessoas têm dificuldade em aceitar o fim do casamento e em manter o vínculo criado pelos filhos, causando, assim, a alienação parental no Brasil. Segundo a socióloga Hannah Arendt (Hannah Arendt) no conceito de “maldade”, a frequência do comportamento leva à naturalização, portanto, a frequência de abuso psicológico por um dos pais não é considerada problemática , E geralmente pode ser normalizado.

Da mesma forma, os estereótipos sobre crianças e adolescentes são um aspecto potencial das práticas de alienação parental do país. Desde o século 20, Freud tem afirmado a importância das crianças pequenas para a formação da psicologia e da personalidade na vida individual. Dessa forma, o responsável visualiza a criança como uma marionete, e passa a ser uma pessoa sem inteligência emocional e vontade, o que vai despertar o desenvolvimento de doenças psicossomáticas como depressão e ansiedade.

Diante do exposto, fica clara a questão da alienação dos pais brasileiros. Crianças e jovens têm direitos garantidos pela Lei da Criança e do Adolescente (ECA), mas esses direitos são pouco conhecidos. Diante desta realidade, é necessário que o Ministério da Educação atue junto à Comissão de Assuntos Acadêmicos para a elaboração de cartilhas e cartilhas que revelem as qualificações da alienação dos pais, com o objetivo de conscientizar famílias e indivíduos. Dessa forma, em médio e longo prazo, além de reduzir os efeitos nocivos dessas atitudes, podemos também diminuir a banalização da violência doméstica.