Os perigos da alienação parental

Enviada em 29/11/2020

No desenvolvimento da criança e do adolescente, o principal modelo comportamental são os pais, pois seu cérebro está em formação e sua socialização ainda não se mostra completa, portanto quando seu respectivo guardião demonstrar ações tóxicas contra seu ex-parceiro, o desenvolvimento da criança acaba sendo marcado, e em longo prazo ela poderá demonstrar ações semelhantes aos seus parceiros, dificultando possíveis relações futuras.

Mesmo filhos de casais divorciados, diferente do pensado pela população geral, não terá problemas em seu crescimento caso os pais possuam uma relação harmoniosa, em outras palavras, responsáveis que praticam alienação parental criam futuros adultos irresponsáveis e sem maturidade emocional, e criados em um ambiente de brigas pode fazer eles “machucarem” suas relações, tanto amizades quanto românticas, traumatizando em intensidades variadas diversas pessoas.

Profissionais da área também comentam sobre o fato de a ausência de uma figura materna ou paterna pode afetar o desenvolvimento da criança, quando ela está situada em um ambiente provocado pela alienação parental, o filho sentirá raiva da parte ausente, e no futuro buscará aprovação do mesmo, se desenvolvendo em um adulto fixado no passado, e afetando o seu futuro.

A alienação parental se dá origem na raiva do parente que possuí guarda da criança, onde ele despeja o seu sentimento ruim sobre o ex-parceiro na criança, a forma de evitar isso é de os pais souberem separar o próprio detrimento da própria relação em pró da criança, mostrando sempre boas relações em frente dos filhos, o governo federal pode estabelecer normas, para acompanhamento psicológico obrigatório para a prole do divorcio, e também diminuir as aberturar legais para um parente pedir guarda total da criança, podendo ambos criarem os filhos, exceto em situações extremas.