Os perigos da alienação parental
Enviada em 20/11/2020
Na obra “Cegueira Moral”, do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, é relatada a falta de sensibilidade da sociedade em meio às dores do indivíduo, em conjunto com a ausência de sentido da comunidade, em um mundo imerso no individualismo.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a alienação parental deriva da baixa atuação dos governos governamentais, no que se refere à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Em consequência disso, os pais usam as crianças como armas e escudos em produtos com términos conturbados, o que leva ao aparecimento de problemas psicológicos graves na criança, em exemplo, a depressão pelo sentimento de culpa ou um aversão por um dos genitores. De forma análoga, nota-se que as leis que regulamentam a preservação da prole pesquisada-se em estado de anomia, pelo fato de serem infringidas constantemente por casais em separação.
Em decorrência desse pressuposto, não há um apoio parental ao filho que se vê entre uma separação, pois de acordo com uma pesquisa do portal de notícias G1, 72% dos divórcios que envolvem filhos terminam com uma manipulação da criança por um lado. É fundamental, em vista disso, que o Ministério da Família proporcionará a criação de leis, a serem aprovadas pelo Senado, que obriguem aos pais que serão aprovadas em processo de separação, a realizarem acompanhamento psicológico, por meio de consultas semestrais, para que se possível orienta-los e acompanha-los quanto às atitudes com seus filhos. 72% dos divórcios que envolvem os filhos terminam com uma manipulação da criança por um lado.