Os perigos da alienação parental

Enviada em 20/11/2020

A alienação parental consiste no o ato de uma pessoa fazer algo e não compreender o porquê está cometendo, é resultado de uma transferência ideológica de outro ser. Mas há uma Lei da alienação (Lei 12.318/10) que visa esclarecer a importância da comunicação das famílias, para que cheguem em um acordo sobre a tutela legal da criança. Na Netflix o filme ¨A história de um casamento¨ relata um processo de divórcio de um casal que briga pela guarda do filho, é interessante perceber o jogo de manipulação sobre a criança e como isso gera consequências.

Sobre esse tema é importante deixar destacado a falta de respeito com o menor que estará no meio dessa circunstancia, gerando problemas sociais (dentro das escolas, por exemplo) e problemas psicológicos que irão provavelmente se agravar ao longo do tempo. É considerável perceber a taxa de divórcio presente no Brasil, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)  os dados apresentaram que em dezembro de 2018 essa estatística aumentou 2,38 divórcios para cada mil pessoas, é um número bastante significativo porque a maioria desses casos inclui um criança/adolescente.

A incidência dos divórcios tão recorrentes está na rotina familiar, como a falta de comunicação, vícios e traições levando a separação da família, já que toda base de um ser humano deveria está instalada dentro de sua casa. Além disso, é preciso atentar à impunidade na questão, nessa perspectiva, a máxima de Martin Luther King de que “a injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo lugar” cabe perfeitamente. Desse modo, tem-se como consequência a generalização da injustiça e a prevalência do sentimento de insegurança coletiva no que tange às leis protetivas à respeito desse assunto.

Em viés desse impasse, é de extrema sabedoria e ajuda que o poder Legislativo esteja dentro desses casos e que o Ministério da saúde possa oferecer tratamentos psicológicos para essas crianças para um futuro melhor.