Os perigos da alienação parental

Enviada em 20/11/2020

Em uma família, quando cria-se um lado malfazejo, os responsáveis, sendo eles pais, mães ou avós, acabam por levar as crianças para um desses lados e tentam fazer com que elas fiquem contra ou a favor de um dos responsáveis por meio da alienação - o indivíduo que não pensa por si próprio. Isso acaba por influenciar toda a vida da criança de modo que gere consequências psicológicas a longo prazo.

Primeiramente, vale ressaltar que no ano de 1999, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 54% dos casais com filhos menores de idade no Brasil tiveram divórcio. Isso vem diminuindo com o tempo, já que em 2009 esse número caiu por volta de 30%, impactando, de modo geral, em menor número na vida das crianças no país.

Além disso, mesmo com a queda, ainda há a manipulação dos pequenos, que pode acarretar em grandes problemas, desde ansiedade até depressão infantil, devido a tudo que é jogado em seus ombros na hora de lidar em que lado da mesa a criança deve estar. Isso afeta muito em como a criança irá viver em meio a sociedade, podendo se abalar facilmente com qualquer situação difícil que encontrar pela frente, tornando-a instável.

Destarte dos dados supracitados e do perigo para o futuro da criança envolvida, é preciso que o Governo, ao lado do Congresso Nacional e do Conselho Tutelar tomem medidas exequíveis para a criação de leis que, em casos de alienação parental, fazer com que os praticantes percam a guarda da criança, que deverá ser passada para um responsável mais apto e, caso contrário, garantir a criação de edificações que possam atuar nesse momento oferecendo abrigo e total suporte a criança afetada.