Os perigos da alienação parental
Enviada em 21/11/2020
De acordo com o Estatuto da Criança e do Jovem, o respeito pela integridade das pessoas não lesadas e os direitos fundamentais dos jovens são protegidos por todos os cidadãos menores de idade. No entanto, ao analisar o dilema da alienação parental, a crise ética do sistema familiar e a obrigatoriedade de membros que não têm condições de se defender, confirmam a urgência de intervenção no atual contexto brasileiro. A priori, uma das ameaças que a alienação parental pode trazer para crianças ou adolescentes são as consequências psicológicas, como depressão, ansiedade e síndrome do pânico, porque crianças e adolescentes são manipulados e forçados a estar com seus pais porque perturbam as emoções dos filhos. , Causando raiva e confusão. Claro que na alienação parental as crianças e os jovens são os que mais sofrem, pelo que é necessária a aprovação da lei da alienação parental para minimizar o desgaste das crianças ou dos jovens. Além disso, a alienação parental pode prejudicar o comportamento dos filhos, considerando o conflito entre os pais, diminuição da autoestima, prejuízo do desempenho acadêmico e, por serem espelhos de crianças ou adolescentes, os pais podem reproduzir o comportamento dos filhos. Possuir e manipular o comportamento cria um ciclo. Segundo G1, o afastamento dos pais traz dificuldades para a intimidade, solidão, depressão e alguns transtornos, que podem afetar toda a vida dos filhos com essa doença. Isso reitera que a alienação parental é perigosa e, claro, devem ser tomadas medidas para evitar que isso aconteça. Portanto, fica evidente que a alienação parental é precursora de diversos distúrbios psicológicos e carece de intervenções no país. Em vista disso, o Estado, na figura do Ministério da Justiça, deve aprimorar a aplicação de leis e fiscalizações sobre essa manipulação familiar, de modo que haja uma parceria com os sistemas de ensino para acolher denúncias, a fim de restaurar a integridade juvenil ? uma vez que dilemas psicológicos podem causar sérias problemáticas sociais. Por fim, as prefeituras, em associação com as universidades, precisam criar campanhas e palestras públicas, através de auxílios de pedagogos e psicólogos especializados, para que, enfim, a responsabilização social erradique esse paradigma no Brasil.