Os perigos da alienação parental
Enviada em 21/11/2020
De acordo com o Estatuto da Criança e do Jovem, os direitos fundamentais dos jovens são protegidos por todos os cidadãos. No entanto, ao analisar o dilema da alienação parental, a crise ética do sistema familiar e a obrigatoriedade de membros que não têm condições de se defender, confirmam a urgência de intervenção no atual contexto brasileiro.
Em primeiro lugar, devemos analisar a filosofia ética deste paradigma. Assim,os comportamentos morais são avaliados pela natureza das categorias, ou seja, devem ser norteados pelo ideal da empatia universal, de alguma forma. Alcançar resultados é a maior expectativa da humanidade. Portanto, as instituições familiares não podem aplicar a ética universal porque a calúnia e o discurso de ódio gerados pela alienação parental causam interferências e impacto psicológico na formação dos jovens. Nessa perspectiva, eles estarão em um ambiente repleto de problemas e expectativas distópicas crescendo. Moralidade universal
Além disso, a dominação e seu impacto sobre as crianças e jovens devem ser enfatizados. Além disso, as relações interpessoais são estabelecidas pela coercitividade mínima dos agentes cotidianos que não representam grandes entidades sociais. Portanto, sob o controle do discurso sutil e discriminatório dos pais, as consequências são baseadas no medo constante, que afeta o desenvolvimento lúdico dos cidadãos que não sabem se defender, pois os direitos constitucionais são restritos e a tendência de desenvolvimento dos casos clínicos de depressão tem como base a Organização Mundial de Saúde. Segundo a entidade, até 2030, a doença se tornará a doença mais comum no mundo.
Portanto, fica claro que a alienação parental é o prenúncio de diversos transtornos psicológicos que requerem intervenção no país. Diante disso, deve o Estado usar a imagem do Ministério da Justiça para melhorar a aplicabilidade dessas leis e fiscalizações de manipulação familiar.