Os perigos da alienação parental

Enviada em 21/11/2020

Na obra “Utopia” de Thomas More, existe um sujeito social perfeito em todas as classes sociais, sem conflitos e sem problemas. Fora da literatura, hoje no Brasil, a situação é o oposto do que Thomas propôs. Esta situação é o resultado de uma base educacional fraca e habilidade parental pobre. Neste caso, eles não são ensinados a criar os filhos. Nesse sentido, é necessário discutir o perigo da alienação parental.

Inicialmente, é preciso destacar que, segundo o filósofo John Locke, o ser humano nasce como uma tábula rasa. Nesse sentido, as crianças são como um quadro em branco: não sabem quase nada da vida e, claro, nada sabem sobre como agir em sociedade. Portanto, esse é o papel da escola na vida das crianças. Ensina-la a se comportar em sociedade e fundamentais todas as bases educacionais exigidas. No entanto, não foi o que aconteceu no Brasil, porque na nossa rede de alunos infantis, não existe preocupação com o fato de o governo fornecer às crianças materiais que instruem uma criança em como a sociedade funciona.

Portanto, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil é um país jovem, o que significa que a maioria dos jovens já tem filhos. Sob esse preconceito, é preciso destacar que não existem administradores para jovens com filhos. Portanto, eles ficam confusos sobre como criar seus filhos e, por isso, como os próprios pais não sabem como cuidar dos filhos, a educação familiar dessas crianças acaba sendo prejudicada. Portanto, o apoio do governo é necessário.

Diante do exposto, fica claro que é necessário adotar medidas para coibir o desenvolvimento da alienação parental na sociedade brasileira. Para tanto, é necessário que o Tribunal de Contas da União direcione recursos para o Ministério da Educação (MEC), que investirá em uma base de educação melhor, o que significará crianças que não sofrerão abuso parentais. Além disso, o estado deve cooperar com o Ministério da Cultura (MINC) para usar recursos do governo para investir na assistência social a cidadãos jovens que se tornarão pais, afim de fornecer todas as orientações necessárias sobre como educar adequadamente uma criança. Só assim, a alienação parental deixa de ser um problema na sociedade brasileira.