Os perigos da alienação parental

Enviada em 22/11/2020

Consoante o Estatuto da Criança e do Adolescente, é resguardado a todos os cidadãos que ainda não atingiram a maioridade os direitos fundamentais de respeito à integridade e à juventude sem interferências destrutivas. Entretanto, ao analisar o dilema da alienação parental, a crise ética da instituição familiar e a dominação coercitiva de membros indefesos corroboram a urgência de medidas interventoras no contexto brasileiro atual.

Com o decorrer do tempo o menor de idade, sobre a influencia do pai, mãe ou avós, sua personalidade acaba prejudicando-se, o fazendo pensar que ele era a causa do rompimento ou que um de seus responsáveis ​​não era dedicado o bastante para manter o relacionamento e desrespeitava a família.Além disso, o alienador procura o tempo todo monitorar o sentimento da criança a fim de desmoralizar a imagem do outro genitor. Dessa forma, a criança ou o adolescente crescer com uma grande falta de confiança, tanto com um de seus pais quanto às pessoas em sua volta.Ademais, o menor de idade desenvolverá um comportamento violento e raivoso para aqueles que lembrarem do progenitor, assim, portanto dificultará ainda mais a sua vida social.Também pode apresentar distúrbios de natureza psicológica, tais como depressão, pânico,

A princípio, é válido ressaltar que um dos principais perigos da temática deve ao fato da falta de uma punição específica para esse tipo de prática no Brasil. A esse respeito, embora a Constituição Cidadã de 1988 assegure em seu estatuto burocrático a proteção à infância e à adolescência, ainda não há definições que condenem os casos de alienação parental. Isso faz com que esse tipo de conduta se torne recorrente em vários lares. Essa situação para o psiquiatra Augusto Cury pode gerar instabilidade no desenvolvimento pessoal e não convívio social da criança, uma vez que o atrito parental contribui para o isolamento do indivíduo, o que configura um sério perigo à sua vivência.

Diante dos fatos supracitados, fica evidente que as restrições são necessárias para conter o avanço da alienação parental na sociedade brasileira. Logo, é necessário que o Tribunal de Contas da União, capital de direcionamento para o Ministério da Educação (MEC), que irá investir em uma melhor base educacional, oque irá implicar em crianças que não serão vulneráveis ​​à abusos parentais. Outrossim, o Estado, em parceria com o Ministério da Cultura (MINC), utilizando-se de verbas governamnetais, deve investir em direcionamentos adicionais a jovens que vão ser pais, com o intuito de fornecer toda a instrução necessária sobre como educar corretamente uma criança . Somente assim, a alienação parental não será mais um problema na sociedade brasileira.