Os perigos da alienação parental
Enviada em 30/11/2020
De acordo com o Estatuto da Infância e da Juventude, o respeito pela integridade das pessoas não lesadas e os direitos fundamentais dos jovens são protegidos por todos os cidadãos menores de idade. No entanto, ao se analisar o dilema da alienação parental, a crise ética do sistema familiar e a obrigatoriedade da dominação dos membros desarmados confirmam a urgência das intervenções brasileiras no contexto atual.
Em primeiro lugar, devemos analisar a filosofia ética deste paradigma. Assim, segundo a ordem do filósofo racionalista Immanuel Kant, os comportamentos morais são avaliados pela natureza das categorias, ou seja, devem ser norteados pelo ideal da empatia universal, de alguma forma. Alcançar resultados é a maior esperança da humanidade. Portanto, as instituições familiares não podem aplicar a ética universal porque a calúnia e o discurso de ódio gerados pela alienação parental causam interferências e impacto psicológico na formação dos jovens. Nessa perspectiva, eles estarão em um ambiente repleto de problemas e distopia crescendo. Moralidade universal.
Além disso, a dominação e seu impacto nas crianças e jovens devem ser enfatizados. Além disso, para a obra do pensador Michel Foucault “A Microfísica do Poder”, as relações interpessoais são estabelecidas pela coercitividade mínima dos agentes cotidianos que não representam grandes entidades sociais. Portanto, devido à natureza sutil e discriminatória das palavras dos pais, as consequências são baseadas em medos constantes que afetam o desenvolvimento lúdico de cidadãos que não podem se defender porque seus direitos constitucionais são restritos e a tendência de desenvolvimento de casos clínicos de depressão é baseada na Organização Mundial de Saúde. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a doença será a doença mais comum do mundo até 2030.
Portanto, fica claro que a alienação parental é o prenúncio de diversos transtornos psicológicos que requerem intervenção no país. Diante disso, deveria o Estado usar a imagem do Ministério da Justiça para melhorar a aplicabilidade dessas leis e fiscalizações de manipulação familiar, de forma a estabelecer parceria com o sistema de ensino para acolher denúncias e restaurar a integridade juvenil. Porque dilemas psicológicos podem levar a sérios problemas sociais. Por fim, a prefeitura e as universidades precisam realizar campanhas públicas e palestras com o auxílio de educadores e profissionais psicólogos, para que, ao final, a responsabilidade social possa erradicar esse paradigma no Brasil.