Os perigos da alienação parental

Enviada em 25/11/2020

A alienação parental é um termo usado para designar situações onde um alienador implanta ideias negativas do outro genitor, de como a causar repúdio na criança. A partir de uma relação conjugal mal resolvida e cheia de conflitos pode vir a causar um grande impacto no comportamento das crianças. Portanto, é necessário que se analise e obtenha possíveis soluções para a interferência na formação psicológica da criança e a falta de senso parental.

Primeiramente, uma das ameças que a alienação parental pode causar efeitos psicológicos negativos nas crianças e nos adolescentes, entre essas consequências estão a depressão, a ansiedade e a síndrome do pânico. Uma vez que o processo de manipulação psicológica é frequente, ela pode ocorrer de formas sutis e quase imperceptíveis. É feito, na maioria das vezes, discursos de proteção reproduzindo comportamento de possessão e manipulação.

Em segundo plano, é notório a falta de sensibilidade dos progenitores como promotores do problema, quando ocorre a separação, não há um apoio parental ao filho que está entre essa situação. Segundo uma pesquisa feita pelo portal de notícias G1, aponta que 72% dos divórcios que envolvem crianças, terminam com elas sendo manipuladas a escolherem um lado. Sendo assim, essa atitude contribui para um quadro prejudicial para a saúde mental das crianças e adolescentes.

Faz-se evidente, portanto, que é preciso de medidas para conter o avanço da alienação parental. Logo, é necessário que o Ministério da Família faça propostas de leis que obriguem pais em processo de separação, a realizar acompanhamento psicológico, para que possam aprender a lidar com essa situação da melhor forma possível. Outrossim, os conselhos tutelares, com verba governamental, devem através de campanhas conscientizadoras informar sobre o perigo da alienação parental. Somente assim, essa alienação não será mais um problema na sociedade.