Os perigos da alienação parental
Enviada em 27/11/2020
De acordo com a advogada Amanda Piffer, considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente, promovida ou induzida por um dos genitores, avós ou pelos que tenham uma criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância, com o intuito de repudiar o genitor ou causar prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este. Essa influência pode acarretar, futuramente, problemas na vida jovens. É necessário mencionar que segundo John Locke, o filósofo, o homem nasce como se fosse uma “folha em branco”. Nesse contexto, sabe-se que todos os seres humanos nascem sem saber sobre a vida e sobre a sociedade e como agir nela. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de divórcios no Brasil saltou de 130, 5 mil para 341,1 mil, entre 2004 e 2014, com isso, há casos em que um dos genitores afasta a criança do seu ex-companheiro, configurando a alienação parental. Segundo pesquisas, as consequências da alienação parental sobre os filhos podem incluir sintomas como ansiedade, depressão infantil, visão distorcida da vida, agressividade, medo, dificuldades de aprendizagem. Além do possível uso de drogas e álcool, apresentar baixa autoestima; e inclusive encontrar dificuldades de relacionamento com pessoas a sua volta. De acordo com os argumentos apresentados, é notório a necessidade do Ministério da Educação (MEC) investir em palestras educacionais sobre o tema nas escolas, além de proporcionar ajudar psicológica aos jovens. A alienação é um problema social, portanto, precisa ser racionado.