Os perigos da alienação parental

Enviada em 30/11/2020

Alienação parental pode ser definida como forma dos pais usarem os filhos de intermediários do que não está resolvido entre o casal. Por resumo, tenta-se ´programar´ a criança para não gostar do pai ou da mãe por conversas mal resolvidas. Com isso, a criança pode apresentar problemas, como: falta de adaptação no dia a dia até mesmo a depressão.

Em primeiro lugar, os filhos usam os responsáveis como referência na área acadêmica até a social. Diante disso, o pai torna-se responsável pelas ações decididas, tendo em plano as consequências que poderá afetar a vida da criança. Por fim, para o psiquiatra Augusto Cury, um doa desafios é a instabilidade no desenvolvimento pessoal e no convívio social do jovem, devido ao atrito parental.

Ademais, com a separação, a criança tem que se adaptar a rotina do dia a dia, a mudança de hábito pode gerar ansiedade no indivíduo. Com isso, uma pesquisa do IBGE, apontou que cerca de 80% dos filhos sofrem com a chantagem emocional dos genitores. Assim, cria-se uma rivalidade entre filhos e pais, gerando problemas psicológicos. O que gera depressão e consequentemente insegurança nas amplas áreas da vida do indivíduo.

Logo, o Ministério da Família junto a psicólogos garanta consulta gratuita para os filhos, com a finalidade de ajudar no desenvolver de hábito que houve mudanças na separação; para precaver ansiedade. Além disso, o Governo Estadual deve elaborar palestras com grupos de pais separados para salientar a importância da separação ser neutra, sem a necessidade de prejudicar a imagem do outro- para que os filhos conservem a saúde psíquica.