Os perigos da alienação parental
Enviada em 29/11/2020
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, é dito que os cidadãos que não atingiram a maioridade tem o direitos fundamental de respeito a inatingibilidade e à juventude sem que a mesma seja interferida de maneira destrutiva. Porem ao observarmos o dilema em questão, a alienação parental, pode-se notar uma crise entre a ética familiar e a dominação opressiva do jovem, corroborando assim para a necessidade de medidas para intervir.
Primeiramente, para se entender melhor o assunto é necessário estudar a filosofia ética deste problema. Á vista disso, segundo o filosofo Immanuel Kant, as ações consideradas éticas serão avaliadas pelo caráter categórico, em outras palavras, elas devem ser consideradas como o ideal de empatia universal, realizando de forma que o resultado seja expectativa final da humanidade. Desta maneira, as famílias que falham em aplicar essa ética generalizada, uma vez que o maldizer e os discursos de ódio gerados graças a alienação parental provoca um distúrbio e efeitos psicológicos na formação de jovens que, nesse sentido, iram crescer em um ambiente confuso e distópico do esperado pela moral universal.
Além do mais, é importante ressaltar os efeitos que a dominação tem sobre as crianças e adolescentes. Diante disso, para o pensador Michel Foucault mostrou o seu ponto de vista em sua obra, Microfísica do Poder, segundo ele as relações humanas são estabelecidas pela coerção minimalista de agentes diários que não retratam nem uma das grandes instituições sociais. Sendo assim, a dominação sutil e da discriminatória parental, as consequências consistem em um medo constante que afeta diretamente o desenvolvimento recreativo do jovem, uma vez que os seus direitos constitucionais são controlados, e em alguns casos a tendencial do jovem desenvolver depressão, doença essa que será até o ano de 2030 a mais comum do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Consequentemente, é entendido que a alienação parental é precursora de vários outros problemas para os jovens. Tendo isso em mente, o estado usando a figura do Ministério da Justiça, precisa aprimorar a aplicação das leis e a fiscalização referente a manipulação dos familiares sobre os jovens, de modo que inclua o sistema de ensino para que o mesmo possa aceitar as denuncias, a fim de ajudar-los a manter a sua juventude intacta. Por fim, o poder estadual e municipal, deve assim criar campanhas, eventos e palestras trazendo assim especialista como pedagogos e psicólogos, para que esse paradigma seja erradicado do Brasil.