Os perigos da alienação parental
Enviada em 30/11/2020
A Constituição Federal promulgada em 1988 estipula que a garantia de proteção especial à família é a obrigação do Estado e se denomina fundamento da sociedade. No entanto, se observar a continuidade dos casos de alienação parental no Brasil, deve-se destacar que, devido à incompetência do governo e ao desconhecimento do público sobre o assunto, grande parte da população sofre com esse problema. Sob esse preconceito, medidas devem ser removidas para mudar o quadro atual.
Em primeiro lugar, quando os pais estão separados, a criança já enfrenta dificuldades, como o distanciamento de uma das partes, mesmo que gradual. O tempo que passam juntos torna-se mais curto que o normal, o que afetará o humor da criança. Isso vai mostrar sentimentos de saudade e tristeza, o que levará uma sensação de distração no processo de aprendizagem, desejo de isolamento social e moldará o caráter do indivíduo futuramente. Nesse contexto, uma inércia governamental é um dos principais fatores para a manutenção do problema, devido à falta de esclarecimento coletivo das políticas públicas.
Além disso, uma difamação prejudica o aspecto psicológico. Sem dúvida, de acordo com o “Mito da Caverna” de Platão, as pessoas veem o mundo de uma forma distorcida e ilusória, usando apenas as sombras projetadas na parede da caverna como referência. Da mesma maneira, quando uma criança torna-se vítima da alienação parental, a mente funcionará desta forma. A lide formará uma imagem de progenitor com base no ponto de vista do outro. Por conseguinte, isso se reflete em jovens que não só odeiam seus pais, mas a longo prazo, além de se tornarem rebeldes e violentos, também podem desenvolver depressão e ansiedade. Destarte, medidas devem ser relatadas para resolver esse impasse.
Portanto, o governo federal deve cooperar com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para formular medidas por meio de um plano ministrado por assistentes sociais nas escolas para acompanhamento e diálogo com crianças separadas dos pais, e comprovar que não ocorre alienação parental. Além disso, como formadora de opinião pública, a mídia deve utilizar campanhas de propaganda e anúncios que enfatizem comportamentos positivos para lidar com o fim de um relacionamento e as consequências negativas da idealização de um vilão de um genitor para os menores. Dessa forma, vai garantir que a sociedade goze dos direitos constitucionais - a validação da proteção familiar.