Os perigos da alienação parental
Enviada em 30/11/2020
No documentário “A morte inventada” evidência casos de crianças e adolescentes que sofrem diante da alienação parental em seu cotidiano. Fundamenta-se a partir de usar os filhos como recurso de vingança pelo término da convivência matrimonial, por intermédio de se aproveitar da conjuntura de vulnerabilidade, gerando uma manipulação psicológica.
A lei nº 12.318 contra a alienação parental, foi constituída em 2010 com a finalidade de justiçar pais e mães que tentarem induzir seus filhos a objeção dos respectivos ex cônjuge, por reproduzir ingerência na construção psicológica da criança ou do adolescente em formação. Minas Gerais tendo como exemplo em 2017 os casos subiram de 110 em 2016, para 222 evidenciando o quanto os casos estão aumentando, para salientar que este cenário é preocupante.
Em consequência disso, vê se, a todo ponto jovens com disfunção psicológica, como depressão, ansiedade, transtornos de humor, alimentares, entre outros distúrbios. Ocasionando sentimentos de raiva, tristeza, ódio, mágoa, contra seus pais ou familiares de coabitação contígua, constituindo um círculo de contato um tanto quanto questionável para se desenvolver ao longo de sua vida.
A legislação brasileira precisa, em vista disso, prosseguir responsabilizando precaver-se para que casos de alienação parental diminua e venha por desfecho finalizar. No âmbito familiar as pessoas envolvidas necessitam estar atenta, e caso ocorra, efetivar a denuncia do mesmo, para que menos jovens sofram diante desses casos. Desta forma é importante sempre situar-se de manter este assunto em cotidiano, tomando as devidas precauções para erradicar a pertinente adversidade.