Os perigos da alienação parental

Enviada em 28/11/2020

De acordo com o psiquiatra infantil Richard Gardner, a alienação parental é uma doença infantil que ocorre principalmente em disputas relacionadas à propriedade e custódia dos filhos. Essa interação tóxica não só torna o relacionamento entre os pais pior como também afeta o psicológico dos jovens. Mudando a visão do mesmo sobre um dos pais. Com o decorrer do tempo o menor de idade, sobre a influencia do alienador acaba tendo o rompimento com a outra parte da sua família, .Além disso, o alienador procura o tempo todo monitorar o sentimento da criança a fim de desmoralizar a imagem do outro genitor.

Desta forma, as crianças e adolescentes se tornarão muito inseguros em suas interações com um de seus pais e com as pessoas ao seu redor, além disso, os menores terão comportamentos violentos e raivosos com aqueles que se lembram de seus pais. Para tornar sua vida social mais difícil, eles também podem sofrer de doenças mentais, como depressão, síndrome do pânico, ansiedade e, eventualmente, uso de drogas e álcool.

Além disso, a alienação parental pode prejudicar o comportamento dos filhos, considerando o conflito entre os pais, pode ocorrer, diminuição da autoestima, prejuízo do desempenho escolar e, por serem o espelho para as crianças ou adolescentes, os mesmos podem reproduzir o comportamento dos seus pais. Segundo o G1, a alienação parental traz dificuldades de vínculo, isolamento, à depressão e certas doenças, que afetarão toda a vida dos filhos. Isso reitera que a alienação parental é perigosa e, claro, devem ser tomadas medidas para evitar que isso aconteça.

Portanto, é necessário que o departamento administrativo aprove a Lei da Alienação Parental, por meio da supervisão do processo de guarda de um menor e da orientação dos educadores psicológicos de crianças e adolescentes para identificar a alienação parental e ter as suas  devidas consequências para quem tiver praticando. Além disso, quando as mudanças no comportamento dos alunos são conhecidas, é necessário que a escola oriente os pais durante o processo de separação, reunindo-se com os mesmos para mostrar que o desempenho da criança ou adolescente mudou, e para informar aos pais a necessidade de colocar os sentimentos da criança em primeiro lugar, com o intuito de evitar que a alienação parental aconteça.