Os perigos da alienação parental

Enviada em 30/11/2020

A alienação parental é um termo utilizado para os pais, que em meio a uma separação induzem seu filho a noções pejorativas de um dos genitores, de modo a causar o repúdio da criança. Assim, o estresse gerado por esse conflito entre os genitores acaba afetando diretamente a criança, acarretando a ela problemas ao psicológico e na sua formação como individuo. Seja pela baixa sensação de punição a esses atos ou pelo ciclo vicioso de ódio que ela gera, a alienação parental é um problema que se desenvolve cada vez mais e deve ser combatido.

Em primeira análise, vale salientar que um dos principais perigos nesse assunto é que essa problemática existe, primariamente, devido a fragilidade na punição para esse tipo de prática no Brasil. Em consequência disso, os pais usam os filhos como armas e escudos em relações com términos conturbados, o que leva ao desenvolvimento de problemas psicológicos graves na criança, como a depressão pelo sentimento de culpa ou a aversão por um dos genitores.

Em conseguinte, devido a esse conflito entre os pais, a autoestima da criança decai, chegando a afetar seu rendimento na escola. Como os pais são os exemplos para a criança ou adolescente, esses comportamento de possessão e manipulação podem ser replicados no futuro, gerando um ciclo vicioso que cria mais relações tóxicas com o tempo. Em síntese, a alienação parental abre portas para o isolamento, depressão e alguns transtornos que vão afetar a vida toda do filho que sofre desse mal. Isso deixa claro que a alienação parental é perigosa, necessitando que atitudes sejam tomadas.

Portanto, é necessário que o Poder Executivo ratifique a Lei de alienação parental, por meio de fiscalização em processos da guarda de um indivíduo e da orientação de um psicopedagogo ao infanto-juvenil, para que assim se identifique a alienação parental e haja as consequências aos pais que estejam a praticando. Além disso, se faz necessário que as Escolas orientem os pais em processo de separação, quando se é notório a mudança de comportamento do estudante, mediante reuniões com os progenitores, mostrando a alteração do desempenho da criança ou adolescente e informando os pais a necessidade de colocar o sentimento do filho em prioridade, com o fim de que a alienação parental não aconteça.