Os perigos da alienação parental

Enviada em 28/11/2020

Na atualidade, não é difícil encontrar casos de alienação paternal, em que um dos pais tenta fazer o filho rejeitar ao seu semelhante, isso se trata de um conflito familiar com uma criança ou adolescente. No entanto, essa desavença pode causar estresse entre os pais e a criança, além de afetar a formação psicológica da criança.

A principio, uma das correções que a alienação parental pode trazer à criança ou ao adolescente, são consequências psicológicas como depressão, ansiedade e síndrome do pânico, uma vez que o jovem é forçado pelos pais a ficar do lado, isso ira mexer com as emoções do filho, causando assim, raiva e confusão. Sendo que, na alienação parental as crianças e os jovens são os que mais denuncia, torna-se uma condição necessária para aprovar uma lei de alienação parental para minimizar o desgaste de crianças ou jovens.

No entanto, a alienação paternal pode causar danos ao comportamento dos filhos, tendo em vista que esse conflito pode causar diminuição da autoestima, prejuízo no  desempenho acadêmico e como os pais são exemplo para a criança ou adolescente, podem reproduzir o comportamento de domínio e manipulação, gerando assim um ciclo. Segundo o G1, a alienação parental traz dificuldades de vínculo, juntamente com o  isolamento, a depressão e alguns transtornos que vão afetando a vida toda do filho que sofre desse mal. Se tornando visível que a alienação parental é perigosa e, certamente, deve haver medidas para que isso não aconteça.

Conclui-se, que a  alienação paternal deve ser evitada. Portanto, o Poder Executivo deve validar a Lei de alienação parental, por meio da supervisão do processo de tutela pessoal e orientação de educadores psicológicos de crianças e adolescentes, para que assim se identifique a alienação parental e haja as consequências aos pais que estejam a praticando. Além disso, quando as mudanças no comportamento dos alunos são notórias, as escolas devem se reunir com os pais para orientá-los durante o processo de separação, para mostrar que o desempenho da criança ou adolescente mudou e para informar aos pais que eles precisam expressar seus sentimentos. Priorizando, para que a alienação parental não ocorra.