Os perigos da alienação parental

Enviada em 03/12/2020

Segundo o grande filósofo ateniense Sócrates: “é muito mais fácil corromper do que persuadir”. De maneira semelhante á atualidade,nota-se que no Brasil,a questão da alienação parental em nada difere da visão de Sócrates. Isso ocorre, hora em função de adultério por parte dos familiares, Ora por términos no relacionamento.Assim,hão de ser analisados tais fatores,a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.

A priori,é imperioso destacar que a manipulação parental é fruto de adultério.Isso porque o adultério quando feito pelo pai ou a mãe da criança,provoca uma desarmonia no núcleo familiar e uma desconfiança por parte da pessoa traída,onde quem sofre,é tomada por emoções negativas sendo levando a meditas extremadas.Esse panorama se evidência,por exemplo,quando a pessoa traída decide usar a criança para mascarar e destilar seu ódio a respeito da traição,manipulando e criando pensamentos negativos na cabeça do adolescente sobre o seu outro progenitor,no qual o jovem, acaba ficando no meio do fogo cruzado e como sendo suscetível  a opiniões externas,toma as manipulações como verdade e se torna  precursora na campanha para desmoralizar o genitor manipulado,acarretando riscos para a sua saúde psíquica e emocional em um futuro.Logo,é substancial a alteração desse quadro.

Outrossim, é injuntivo pontuar que a alienação parental deriva,ainda,da Separação do casal, no que concerne os conflitos pessoais e conjugais que irá acontecer na vida dos esposos e consequentemente na vida da criança e ela,por não ter uma visão total dos fatos,não sabe em quem se apoiar escutando diversas hipóteses que manipulam o seu pensamento.Nesse âmbito, a separação conjugal se relaciona ao pensamento do escritor Paranaense Edgrabski o qual o conceitua: “quando a família está em queda, a humanidade caminha para a perdição.” O pensamento de Edgrabski, mostra que a família é o bem mais importante no desenvolvimento de um indivíduo e quando ela se fragmenta provoca uma desorientação em seu futuro.Além disso,quando a separação não é amigável a uma briga judicial pela guarda do jovem causando ainda mais transtornos na sua saúde mental.Desse modo,entende-se essa questão como uma problematica.

Portanto urge que Ministério da Mulher,da Família e dos Direitos Humanos,disponibilize psicólogas para os jovens que passam dificuldades na suas familias.Isso poderia ser feito de modo que quando  exposto a brigas familiares o jovem liga-se para um numero de telefone governamental onde seu endereço seria identificado e encaminhado supervisão do conselho tutelar que iria avaliar a situação e o encaminharia a seções com psicólogos,com o propósito de minimizar os danos na sua saúde mental.