Os perigos da alienação parental
Enviada em 11/01/2021
Segundo o site ‘‘Jus.Com.Br’’ , a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores é crime, e pode acarretar multas e até prisão. Acerca disso, essa lei não é muito respeitada, visto que existem casos recorrentes da alienação parental, tal como mostra o ‘‘Minuto Saudável’’, em que 80% dos filhos de pais divorciados vivenciaram isto. Em síntese, essa problemática é um perigo na vida das vítimas, pois pode gerar transtornos psiquiátricos, como também estas correm riscos mais elevados de recorrerem às drogas. Em primeira ánalise, é válido ressaltar que muitas pessoas não sabem como agir diante das torturas psicológicas, o que tende a causar doenças emocionais , tal como a depressão. Prova disso é o portal ‘‘Minha Vida’’, no qual mostra que a criança que sofre alienação parental tem maiores chances de desenvolver quadros depressivos no futuro. Dessa forma, percebe-se os maleficíos trazidos para a saúde mental do indivíduo , isso mostra que medidas precisam ser tomadas para minimizar esse embate. Em segunda ánalise, é notório que muitos filhos de pais que praticam a alienação parental buscam maneiras de aliviar a culpa e a dor que sentem pelo mal estar entre o seu pai e sua mãe, e muitas vezes recorrem às drogras. Nessa perspectiva, segundo a psicanalista Cristiane Maluf, um indivíduo que é vítima da prática de ser alienado por uma parente tem 33% mais chances de entrar no mundo das drogas do que uma pessoa normal, haja vista que muitos veem nisto uma alternativa para minimizar suas dores. Logo, é nítido que esse problema deve ser combatido. Portanto, são necessárias ações para diminuir os transtornos psiquiátrico e o elevado número de jovens nas drogas. Com isso, cabe ao Estado criar campanhas para serem expostas nas redes midiáticas, como a de televisão, e que por meio destas seja mostrado os consequências causadas pela alienação parental, e também como a lei para esse crime funciona, a fim de que as pessoas possam estar conscientes da problemática e não queiram pratica-lá com seus filhos.