Os perigos da alienação parental

Enviada em 14/01/2021

Karl Marx, sociólogo alemão, explicou em suas obras que os ideais capitalistas conseguiam alienar o proletariado. Infelizmente, muitas pessoas utilizam da manipulação para tornar outros seres alheios a realidade, colocando um filho contra o pai se for preciso. Desse modo, a alienação parental deve ser freada, um fim de evitar danos psicológicos aos menores.

Em primeiro lugar, términos conflituosos de um casal pode fazer com que o filho crie uma imagem errônea de um dos seus genitores. Isso porque o divórcio e a divisão de bens causam muito estresse tornando-se um motivo para apontar os erros e defeitos do ex-cônjuge no ambiente familiar. Com isso, o “Mito da Caverna” difundido por Platão, filósofo clássico, se aplica, já que os jovens veem um de seus pais como “sombras” e não como realmente são fora da “caverna”. Portanto, faz-se necessário desconstruir uma distorção que o alienador criou.

Consequentemente, a alienação parental acomete crianças e adolescentes a traumas e problemas psicológicos. Nesse sentido, a ansiedade, depressão e o suicídio aparecem como possíveis riscos aos alienados. Naturalmente, as ciências humanas, por exemplo, a psicologia e a psicanálise estuda a importância da estruturação familiar na formação dos proprietários. Sendo assim, é de extrema exclusão que os filhos não sejam manipulados ou influenciados a se distanciarem de sua filiação, já que a presença deles é indispensável.

Logo, medidas devem ser apuradas para encontrar essa problemática. Cabe, então, ao Governo Federal - Ministério da Educação e ao ECA - disponibilizar auxílio psicológico aos alunos de escolas públicas por meio da adição de aulas sobre inteligência emocional na série curricular da educação básica. Espera-se com isso que em casos de manipulação em seus lares os menores saibam lidar com o ocorrido sem perder a consciência familiar que possui. E, finalmente, tornar-se-á possível extinguir os perigos causados ​​pela alienação parental.