Os perigos da alienação parental
Enviada em 14/01/2021
No Brasil, a alienação parental é considerada um crime, conforme previsto na lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 (conhecida por “Lei da Alienação Parental”). Diante disso, é relevante exprimir que essa problemática social está bastante presente na vida da famílias brasileiras. Desse modo, é profícuo relatar que na maioria das separações de cônjugues, as crianças são utilizada como ferramenta de vingança, em que o responsável estimula o ódio do indivíduo contra o parente que encontra-se distante.
Dessa forma, o comportamento ultrajante por parte dos progenitores, não só prejudica os vínculos emocional entre as partes como também acarreta problemas psicológicos nas vítimas inocentes.
Primeiramente, o vínculo emocional entre as partes são drasticamente afetados pela relação conturbadora que os pais mantém um com outro. Dessarte, é de máximo valor denunciar que a imaturidade dos responsáveis pelo pueril provoca demasiado conflitos concernete o convívio entre pais e filhos. Nessa concepção, a alienação parental faz com que a criança desenvolva ódio profundo pelo outro, de modo a não querer ve-lo novamente. Em vista disso, segundo o Institudo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 80% dos filhos de pais separados sofrem chantagem emocional por parte dos genitores. Destarte, em consonância com o filósofo Aristóteles, um pequeno erro no começo pode se tornar grande no final.Dado exposto,é crucial que a famílias se conscientizem quanto a importância de um relacionamento saudável, para garantir o bem-estar dos primaveris.
Por conseguinte, os conflitos gerados de um término de casamento, impactua sobretudo, os filhos, ocasionado muitas das vezes problemas psicológicos. Nesse viés, na teoria da percepção da sociedade, do filósofo françês, Émile Durkheim, abrangem-se duas divisões: “normal e patológica”. Sendo assim, é coerente expor que o sujeito que crescer submedido a esse tipo de situação, tende a desenvolver distúbios patológicos.Nessa perspectiva, segundo o IBGE, 72% dos adolescentes que cometem crimes graves e homicídios vivem em lares de pais separados. Dado descrito, é fundamental que o Estado interfira por meio de palestras, para reverter esse panorama alarmante hodierno.
Portanto, a frágilidade do vínculo emocional dentros das famílias, em conjunto aos consequentes prejuidos psicológico, compromentem o perfeito desenvolvimentos das crianças e dos adolescentes. Dessa maneira, é essencial que o Ministério da Educação promova camapanhas, que visam conscientizar os pais sobre os perigos que alienação parental representa para a saúde psicológica dos filhos , por intermédio das plataformas digitais, em comunhão com a televisão local. De modo a incentivar a sociedade refletir a respeito desse tema e, assim, garantir que a futura geração seja desprovidas de irracionalidades semelhantes a supracitada.