Os perigos da alienação parental

Enviada em 11/11/2021

Com a Lei do Divórcio no Brasil em 1977, houve grandes mudanças no âmbito familiar e trouxe diversos impactos como a alienação dos parental. Hodiernamente, é cada vez mais comum crianças e adolescentes revoltados com os pais, devido ao contexto conturbado existente sendo mais expostos a esse perigo. Nesse contexto é importante abordar como essa condição afeta a vida do indivíduo que está inserido nesse meio e as consequências que os padrões modernos causam na vida dos filhos.

Sobretudo, a falta de comunicação adequada dos pais com os filhos causa um grande impacto, transformando muitas partes da vida do indivíduo. Com isso, a alienação parental é uma síndrome comprovada, responsável por causar transtornos psicológicos afetando o comportamento e o emocional, sendo bastante perigoso para o desenvolvimento e projetos futuros das crianças e adolescentes. Dessa forma, uma sociedade vai sendo modificada por pessoas sem um preparo psicológico para instruir os filhos causando problemas.

Outrossim, devido aos impactos causados ​​na vida de tantas crianças que estão sendo influenciadas pela forma que os adultos agem e transformados todo o meio social. Conforme o filósofo Bauman, o comportamento são modificados pela modernidade, ou seja, uma incapacidade dos adultos de lidar com questões emocionais afeta outras pessoas, sendo a alienação como uma forma de vingança de muitos genitores por situações passadas. Ademais, muitos discursos de ódio aos pais são instigados pela alienação parental.

Evidencia-se, portanto, a necessidade de combater os perigos da alienação parental. Logo, o governo em parceria com o Estatuto da Criança e do Adolesecente, deve estabelecer guarda compartilhada e acompanhamento psicológico por meio de consultas gratuitas com um padecimento de permanência dos laços familiares para combater a alienação parental e saber lidar psicologicamente com esse impasse, incentivando o desenvolvimento saudável e consciente do indivíduo envolvido. Sendo assim, será possível o preparo emocional dos pais para que haja uma relação harmoniosa com os filhos com o objetivo do divórcio não ser um impulsor de conflito.