Os perigos da alienação parental

Enviada em 14/06/2021

A principal função do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é estabelecer para toda essa faixa etária segurança contra atos perigosos patiados por qualquer outro indivíduo em oposição aos jovens e crianças por meios físicos. Entretanto, é indubitável o fato de que a alienação parental tem se tornado cada vez mais crescente, visto que tal Estatuto não tem resguardado essa parte da população de problemas psicológicos gerados pela família. Dessa forma, acarretando em traumas mentais e emocionais a esses indivíduos por conta do distanciamento entre seus genitores.

Outrossim, faz-se necessário lembrar que a criação pautada na alienação parental gerará adultos transtornados e sem a capacidade de agir pela vontada própria,  mantendo-se sempre alienado. Segundo Talcott Parsons a família é a base da construção de personalidade dos seres humanos. Assim, esse tipo de chantagem emocional e familiar molda indivíduos doentes psicologicamente, que terão reações imprevisíveis na sociedade.

Ademais, o crescente número de divórcios é ferramenta chave para o aumento de alienações parentais, por conta da disputa pela guarda da prole. De acordo com pesquisas realizadas pelo IBGE, a taxa de separações se expandiu 85% no século XXI. Paralelamente, a saúde mental dos jovens se tornou cada vez mais decadente, resultando em uma geração traumatizada e instável.

Portanto, é essencial que o Ministério da Educação promova apoio psicológico nas escolas brasileiras, permitindo que crianças e adolescentes vítimas dessa alienação possam ser acolhidas e recebam ajuda profissional, . Além disso, é imprescindível a criação de leis pelo Poder Executivo, que penalizem familiares que submeterem suas proles a tal tipo de chantagem. Somente assim, as problemáticas geradas pelo alienamento familiar poderão ser extintas, criando ambientes familiares harmonizados.