Os perigos da alienação parental
Enviada em 29/09/2021
O conceito de entropia da Física mensura o grau de desordem em um sistema termodinâmico. No entanto, fora das ciências naturais, no que concerne aos perigos da alienação parental, percebe-se a configuração de um problema entrópico, em virtude do caos na presente questão. Como resultado, inúmeras crianças sofrem com os efeitos nocivos que essa situação pode acarretar, seja no âmbito da saúde ou do desenvolvimento cognitivo delas.
Primeiramente, deve-se destacar que a prática da alienação parental, segundo o Ministério da Saúde, gera uma série de problemas que podem comprometer a integridade psicológica e física da criança. Assim, os exemplos mais comuns disso são: depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Isso ocorre uma vez que, ainda na menoridade, o indivíduo é manipulado por ser progenitor, mediante às ameaças e chantagens emocionais, a se colocar contra o seu outro responsável. Dessa forma, uma reação em cadeia ocorre no psicológico da criança, podendo levá-la até ao suicídio, como ocorre em alguns casos.
Além disso, quando a prática tratada neste texto não acarreta danos físicos e mentais para o jovem, o seu desenvolvimento cognitivo é comprometido. Logo, segundo os dados levantados pelo Ministério da Cidadania, 85% dos que sofrem alienação parental possuem o seu desempenho escolar abaixo da média. Este fator é causado principalmente pela exaustão psicológica do aluno que vive nessa situação, o que dificulta o seu processo de aprendizado.
Por esses motivos, a Constituição Brasileira criminaliza essa prática. Por fim, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, difundir informações que tratam da temática com a devida importância. Isso pode ser realizado por meio de palestras nas escolas públicas e postos de saúde, com a presença de psicólogos e pedagogos como palestrantes. Desse modo, a sociedade estará ciente do assunto e o tratará com mais qualidade. Só assim o problema será solucionado.