Os perigos da alienação parental

Enviada em 26/10/2021

Durante o periodo colonial, com o sistema de capitanias hereditárias, foi imposto no Brasil, a escravidão, ou seja, individuos eram manipulados e alienados a força de trabalho. Em paralelo a isso, no contexto atual, ascendeu um grave impasse, a alienação parental, ou seja, a manipulação dos pais após separação para impedir o contato dos filhos com o ex parceiro, e seus perigos. O risco de doenças psicológicas e a visão conturbada da vitima são resultantes desse fato. Destarte, faz-se necessário encontrar soluções para tal problema.

As vitimas desse tipo de abuso podem desenvolver problemas psicológicos. Muitas vezes os pais criam sobre a criança o sentimento de culpa, impõem sobre a criança a responsabilidade sobre o fim do relacionamento. A vítima pode sofrer de ansiedade, depressão, síndrome do pânico devido à pressão psicológica, ou seja, com medo de expor seus pensamentos, angústias, ela vive com mágoas, tristeza o que leva a um grande desequilíbrio emocional. Tornando se um adulto desequilibrado emocionalmente, instável, e com problemas psicológicos.

Aliado a isso, a vítima passa por um estágio de confusão, devido ao jogo de visões estabelecidas pelo agressor, o qual pensamentos divergentes competem trazendo graves riscos a saúde mental. Tal pressão, impulsiona as patologias mentais sofridos pela vítima agravando a situação. Ou seja, a criança torna-se confusa, e não consegue ter confiança em nenhum dos pais, sem saber quem está falando a verdade, possibilitando assim doenças, como a ansiedade e síndrome do pânico.

Em síntese, para resolver esse panorama da alienação parental, é necessário mudanças. O governo em parceria com o Conselho Tutelar, deve ampliar campanhas de denúncia nos bairros, semestrais, através de pontos estratégicos e aconchegante para as crianças. Com campanhas chamativas para o responsável e a criança se sentirem confortáveis em denunciar. Afim de reduzir os impactos da problemática e garantir a estabilidade emocional da criança.