Os perigos da alienação parental
Enviada em 11/11/2021
A alienação parental se destaca por ser uma interferência na formação psicológica da criança ou adolescente para atingir de maneira indireta outro familiar. Dessa forma, é inegável que uma parcela dos menores no país já passou por situações como essa, gerando traumas que podem acompanhar esses jovens ao longo de suas vidas, o que se deve a fatores como os resultados negativos na vida do indivíduo e não punição efetiva do responsável pela agressão.
A princípio, a alienação parental faz com que alguns jovens sofram graves consequências. Dessa forma, de acordo com o psicanalista Sigmund Freud as experiências vividas na infância gera impactos na vida adulta desse menor, assim toda a pressão psicológica sofrida pode desencadear em doença como depressão, ansiedade e problemas para se relacionar com outras pessoas. Em vista disso, poucos que sofreram esses abusos têm um acompanhamento com os profissionais da saúde, o que intensifica ainda mais os efeitos negativos desse trauma ao longo da vida e pronlongamento desse ciclo de agressão psicologica.
Ademais, uma punição quase inexistente de pessoas que praticam a alienação parental com crianças e adolecentes faz com que essa prática seja banalizada. Desse modo, de acordo com a lei 12318 de 2010, impedir o genitor de ver o filho e falar mal do outro familiar durante o período de visitação, são algumas das hipóteses em que a legislação trata como um crime, mas que acontece com frequência no dia a dia de crianças com país separados, por exemplo. Consequentemente, esses jovens têm sua vida afetada por essa prática de forma direta, o que pode até mesmo refleti no seu aprendizado e acarretando em notas baixas na escola.
Dado o exposto, os casos de alienação parental diminua, torna-se necessário que o Ministério da Justiça em parceria com o Minstério da Saúde, por meio de liberação de verbas crie um canal eficiente e simples, como número de telefone ou aplicativo que seja divulgado em redes sociais, tv e rádios para alcançar faixas etárias, com o intuito de promover uma punição eficiente do acusado, e que seja oferecido como pessoas envolvidas no caso de problemas psicológicos, a fim de que o seja problema resolvido de forma eficiente e vigorosa. E que apartir dessas ações seja possível tornar a convivência familiar saudavél para todos e benéfica para os jovens.