Os perigos da alienação parental
Enviada em 18/11/2021
Em pleno século XXI, é perceptível que a alienação parental está cada vez mais preocupante no Brasil. Infelizmente, casais se separam, o que já prejudica a relação da criança com os genitores, mas quando há um embate entre os pais e chega aos ouvidos do jovem é ainda pior. Com isso, a falta de planejamento familiar e a ideia de que esse comportamento não afete o filho são fatores que impedem um findar de tal problemática.
Sob esse viés, evidenciam-se conflitos desnecessários em muitas famílias. Segundo Pitágoras de Samos, filósofo, “com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feito”. Analogamente, é indubitável que se planejar é a melhor opção para reduzir a chance de um evento não dar certo. Todavia, esse pensamento não é compartilhado entre muitos brasileiros, que numa situação cotidiana é gerado um estresse que afeta muitas vezes quem não teve relação com isso, como quem mora junto. Sendo assim, muitos pais se divorciam e deixam filhos numa situação desagradável por não haver um diálogo e planejamento prévio.
Outrossim, observa-se que a saúde mental desses jovens é afetada. De acordo com Lair Ribeiro, escritor, “aquele que não tem tempo para a saúde, terá que arranjar tempo para cuidar da doença”. Nessa perspectiva, ter uma boa saúde é fundamental. Contudo, estudos mostram que a depressão é o mal do século e diversos adolescentes são alvos dessa doença que avança cada vez mais. Desse modo, quanto mais rápida a atenção necessária for dada para esse menor, facilmente tal doença é combatida e menos crianças passarão por tal situação complicada.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar a alienação parental. Destarte, o governo e a mídia devem colaborar na organização familiar, por meio da adoção de palestras e propagandas, de modo a incentivar diálogos entre familiares, a fim de evitar brigas dispensáveis. Concomitantemente, todos devem entender que quando uma criança precisa de apoio e não é atendida, mais difícil fica combater a depressão. Dessa forma, o Brasil será mais reflexivo, com menos depressivos e mais famílias unidas.