Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 13/12/2019
Segundo a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 196, é dever do Estado garantir o acesso à saúde, bem como é responsável pelas medidas públicas para zelar pelo bem-estar físico de todos os cidadãos brasileiros, Assim, faz-se necessário que o Poder público atente-se para os perigos da indústria farmacêutica.
Os Estados Unidos referência em desenvolvimento tecnológico, são um bom exemplo de que a saúde de qualidade e com a valorização adequada gera bons resultados. Em contrapartida, no Brasil a realidade tem sido bem distinta quanto a fabricação de remédios virou comércio, colocando em risco a vida de milhões de cidadãos no país.
Conforme prevê a Carta Magna em seu artigo 200, inciso I controlar e fiscalizar procedimentos, produtos de substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológica, hemoderivados e outros insumos, de certo, a indústria na sua fabricação de milhões de medicamentos virou comércio, a princípio, é possível perceber que essa venda e compra não tem critérios, além disso, qualquer pessoa de menor idade por exemplo pode comprar remédios sem nenhum problema. Tal conjuntura é possível de ser melhorada se for colocada maior rigor na fiscalização dando ênfase o que diz o artigo citado acima. Prova disso, é que com esse rigor os remédios comprados e sendo também consumidos por pessoas que realmente necessitam dos mesmos, ou seja, não por pessoas que alto se medicam trazendo aos hospitais públicos grandes transtornos causando fila e preenchendo os hospitais sem necessidade, por isso, com fiscalização e medidas tomadas o comércio ilegal passa a ser legal.
Por essas razões, a fabricação de remédios é importante e legal, indubitavelmente, trazendo as pessoas saúde e vitalidade para que possamos ter um pais com menos perigos em relação a fabricação dos mesmos.