Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 12/12/2019

É fácil perceber que os perigos das indústrias farmacêuticas não é um problema novo e, mesmo assim, é cada vez mais debatido na atualidade. É incontestável que empresas enriqueçam vendendo sintomas doentios a população. Portanto dois fatores não podem ser negligenciados:  o medo de adoecer dos indivíduos e a automedicação.

Em uma primeira análise, cabe pontuar que a industria farmacêutica descobriu no hipocondríaco uma fonte inesgotável de dinheiro. Comprova -se isso por meio de crianças saudáveis que são diagnosticadas com TDHA sem ao menos serem avaliadas por uma equipe multidisciplinar. Após a primeira consulta já começam a tomar drogas como Ritalina e tantas outras.

Dessa forma, vê -se que é preciso cautela por parte dos médicos ao diagnosticar um paciente. Os efeitos colaterais de alguns medicamentos prejudicam mais do que os próprios sintomas. A terapia pode ser uma alternativa para tratar o deficit de atenção sem medicamento.

Ademais, convém frisar também que 79% dos brasileiros com mais de dezesseis anos tomam remédio por conta própria. Uma prova bem clara para isso está no acesso fácil aos medicamentos, eles são vendidos como bala, sem prescrição.

Diante disso, percebe-se que o uso indiscriminado de certos medicamentos pode ser prejudicial à saúde.

Levando -se em consideração esses dois aspectos, entende -se que medidas são necessárias para pelo menos reduzir a problemática. É imprescindível que a Anvisa e o conselho regional de medicina fiscalize a industria do medo e, com auxilio da mídia promova campanhas que esclareça a população sobre a temática. Logo será possível afirmar que os direitos humanos da sociedade brasileira são para todos.