Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 23/04/2020
Segundo a teoria da Seleção Natural - proposta por Charles Darwin - o ser no meio natural evolui de acordo com a sua adaptação ao ambiente proposto. Tal seleção é visível no aparecimento de superbactérias, que pelo uso inadequado de antibióticos reduzem as mais fracas e selecionam as adaptadas e se reproduzem. Fora da Biologia, a falta de um regulamento na produção e consumo de fármaco ameaça a saúde brasileira, seja pelo alto consumo irregular de medicamentos ou vitalidade na prescrição médica.
Em primeira instância, podemos destacar a falta de uma regulamentação ou protocolo na venda de medicamentos que possam comprometer a integridade do ser. Segundo o G1, é fácil encontar farmácias que vendem remédios controlados sem prescrição médica. Trazendo ao cotidiano, tal fato pode despertar o consumismo, a dependência química e o vício em remédios genéricos, tudo isso pelo consumo errado e desnecessário.
Além disso, vemos uma falta no compromisso das farmácias brasileiras na revenda de drogas sem uma legitimidade da prescrição médica, tudo isso colabora para o processo de automedicação que acaba sendo prejudicial ao indivíduo. Segundo o Ministério da Saúde, tal prática pode ser prejudicial e agravar o quadro clínico, porque sintomas podem estar escondidos e os medicamentos atuarem sobre ele. O uso de medicamentos sem supervisão profissional precisa ser erradicado do Brasil.
Portanto, medidas são nescessárias. Com o objetivo de regular os perigos propostos pela indústria farmacêutica, o SUS vinculado à Anvisa, por meio de projetos enviado a câmara dos deputados, serão responsável pela vistoria e ampliação da regulamentação brasileira de vendas de drogas, atuando principalmente na fiscalização e muta de farmácias que vendas medicamentos sem prescrição médica, isso vai ter impacto na redução de indivíduos que fazem automedicação como os de antibióticos, reduzindo impactos negativos como as superbactérias.