Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 23/06/2020
“Penso, logo, existo”. Essa sentença do filósofo René Descartes revela que o entendimento da realidade humana está condicionado ao ato de pensar. Contudo, vê-se que a capacidade de reflexão de parte da sociedade brasileira sobre, por exemplo, os perigos da indústia farmacêutica ainda é bem limitada, o que compromete a resolução desta problemática.
Antes de tudo, nota-se que o Poder Público se mostra negligente ao permitir que a falta de conhecimento sobre esta problemática seja mantido na sociedade. Isso porque existe uma deficiência no processo de conscientização, uma vez que muitas pessoas não têem o discernimento próprio de entender quais os malefícios que a automedicação ocasionará em suas vidas. Sendo assim, verifica-se que o governo não tem assegurado o bem-estar de todos os cidadãos, demonstrando, dessa forma, a ruptura do contrato social teorizado pelo filósofo John Locke.
Também, pontua-se que os perigos da indústria farmacêutica, são um reflexo dos valores arraigados na sociedade. Sabe-se, pois, que historicamente a população ironiza a necessidade de ir ao médico, o que se explica a partir da crença, transimitida de forma cultural, de que não é necessário um acompanhamento médico, pois o fato de ir á farmácia e comprar determinado remédio resolverá seu problema. Esse fato vem a fortalecer os estudos do filósofo Friedrich Nietzsche, posto que, posto que a ausência de investigação acerca da origem dessas dessas concepções tem geredo a aceitação de quadros negativos.
Convém, portanto, ressaltar que os perigos da indústria farmacêutica devem ser superados. Logo, é necessário exigir do Estado, mediante debates em audiências públicas, campanhas que conscientizem a poupulação sobre os riscos da automedicação. Ademais, é fundamental sensibilizar as pessoas por meio de organizações não governamentais, para que não haja a resignação diante de tal problemática. Desse modo, o entendimento da realidade humana seria efetuado.