Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 19/06/2020
Na obra “Utopia”,do escrito inglês Thomas More,é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas.No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega,uma vez que os perigos da indústria farmacêutica só aumenta,dificultando a concretização dos planos de More.Hodiernamente,verifica-se,na contemporaneidade, a desvalorização cientifica em decorrência da crença em conteúdos do meio informacional e a presença influente da mídia em incentivar o indivíduo a obter e consumo produtos da indústria farmacêutica.Nessa perspectiva,torna-se fundamental a discussão desse aspecto,afim do pleno funcionamento da sociedade.
Nesse hiato,é fulcral pontuar o que os perigos da indústria farmacêutica deriva da baixa atuação dos setores governamentais ao que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências.“De acordo com o pensador Zygmunt Bauman, na obra " Modernidade Líquida”, o conceito das “instituições zumbis”, cuja função foi perdida, embora mantém a qualquer custo sua forma".Devido a falta da atuação das autoridades a desvalorização cientifica, gera o consumo desenfreado de produtos sem o mínimo conhecimento do tal.Dese modo, faz-se mister a reformulação desse postura de forma urgente.
Ademais,é imperativo ressaltar que segundo dados da pesquisa feita pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) “No Brasil, 79% das pessoas com mais de 16 anos admitem tomar medicamentos sem prescrição médica ou farmacêutica. Em 2014, 76,2% diziam automedicar-se e em 2016, 72%".Partindo desse pressuposto é notório que presença influente da mídia influencia os indivíduos ao consumo de produtos farmacêuticos tudo isso retarda a resolução do problema,já que a mídia contribui para a perpetuação dese quadro deletério.
Assim,medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira.Dessarte,com o intuito de mitigar o Ministério da Saúde,necessita-se,urgentemente,que o tribunal de contas da união direcione capital que,por intermédio do governo será revertido em campanhas publicitaria,através das mídias sociais como jornal,televisão,radio, além de postos de saúde,a ampla divulgação dos perigos da auto medicação e da importância de se contactar um profissional da área da saúde para obter informações sobre medicamentos.Em contra partida,é necessário que o governo crie plataformas online abertas para todo o público,nas quais os cidadãos possam falar de forma digital e qualquer hora com os profissionais de saúde,sobre dúvidas em bulas de medicamentos ou até mesmo se deve comprar tal medicamento para seu problema.