Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 25/06/2020

Promulgado pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todo e qualquer indivíduo o direito a saúde e ao bem-estar social. Contudo, as crises enfrentadas pelo Brasil consequentemente afetam a indústria farmacêutica. De modo que, a produção e o acesso da população aos medicamentos são enormes e inevitáveis entraves para as sociedades, principalmente as desenvolvidas ou pouco desenvolvidas.

Primeiramente, vale ressaltar que a fabricação de medicamentos requer altos investimentos industriais, os quais refletem diretamente no custo dos produtos. Sendo assim, segundo a Vide Bula “vários países têm adotado políticas agressivas de promoção dos genéricos, como forma de propiciar à população medicamentos com preços mais acessíveis e reduzir gastos com a Assistência Farmacêutica”.

Além disso, a população com menor renda financeira sofre bastante em relação aos elevados preços dos fármacos. Dessa forma, quando países emergentes passam por crises longas a população que mais sofre, e mesmo assim precisa utilizar medicamentos busca reduzir gastos podendo diminuir o uso ou até mesmo parar de usar. E ainda a automedicação também prejudica aqueles que a fazem, visto que os riscos mais frequentes para a saúde daqueles que estão habituados são o perigo de intoxicação e a resistência aos remédios.

Portanto, urge que o  Governo Federal juntamente com o Ministério da Saúde, corroborem com os investimentos nas indústrias e incitem a fabricação e a venda de remédios genéricos, como forma de expandir o acesso populacional e evitar a interrupção de medicamentos daqueles que os consomem. Ademais, é fundamental que as mídias sociais mais acessíveis, como a televisão e o rádio informem a sociedade a necessidade de recomendações médicas ou farmacêuticas para a compra de medicações, a fim de evitar crises alérgicas e dependências aos indiv