Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 25/06/2020
Uma vida saudável sempre foi a melhor defesa contra doenças, mas o estudo específico de substâncias curativas também já salvou diversas vidas. Entretanto para o avanço das ciências existem problemas causados pela indústria farmacêutica como a imprecisão de efeitos colaterais que são agravados pela automedicação.
É fundamental analisar que as descobertas científicas estão sempre se atualizando por diversos fatores, como tecnologia por exemplo, então é compreensivo que se contraditem em alguns casos.Sobre isso um epidemiologista grego argumentou em seu artigo, publicado na revista Super Interessante, que muitos das pesquisas hoje são divulgadas com dados pouco certos pois estão apenas sendo entregues para que as pesquisas continuem a ser divulgadas. Mas quando se trata dos resultados farmacêuticos é necessário que haja a melhor precisão possível pois variados efeitos colaterais podem prejudicar a vida de pessoas que já estão em estado de saúde debilitado.
Pontua-se ,como consequência, que muitos efeitos colaterais precisam ser tratados com outros remédios que, dependendo da gravidade do sintoma, nem mesmo precisam de receita, como dores de cabeça ou no corpo por exemplo. O hábito da automedicação é comum entre os brasileiros mais de 90% dos adultos a pratica, segundo o Instituto de Pós-graduação do Mercado Farmacêutico. Muitos desses estão também são vitimas da venda de sintomas pelos comerciais e propaganda comprando mais remédios desnecessários quando sofrem apenas de hipocôndria.
Nota-se, portanto, que os problemas da indústria farmacêutica devem ser solucionados. Para isso é necessário que órgãos do governo responsáveis, como a Anvisa, fiscalizem os novos medicamentos por meio de testes precisos de efeitos colaterais e com percentagens de sucesso melhores para garantir a segurança da população. Essa cabe buscar hábitos de vida mais saudáveis com recomendações médicas preventoras de doenças diminuindo assim o uso de medicamentos desnecessários.