Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 25/06/2020

Na obra “Utopia”, do autor britânico Thomas More, é retrada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. Entretanto, a realidade se contrapóe a tal ficção, uma vez que os perigos da indústria farmacêutica são algumas das barreiras que impedem a concretização dos planos de More. Esse cenário é fruto tanto de uma negligência do Estado, quanto da indiferênça da sociedade.

Em primeira anállise, é preciso destacar que, com o surgimento do Capitalismo, sistema econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção e em sua operação com fins lucrativos, ocorrido durante o período de desvinculação do feudalismo, o lucro passou a importar mais do que o bem-estar do consumidor, já que, atualmente, as indústrias farmacêuticas têm utilizado métodos cada vez mais antiéticos para lucrarem e fazerem pessoas comprarem medicamentos sem realmente precisarem. Este entrave é corroborado pela negligência do Estado, já que não há leis rígidas que proíbam a veiculação de testes de sintomas feitos “online”, o que induz as pessoas a se automedicarem , além de que não há uma fiscalização realmente aefetiva dos estabelecimentos comerciais, permitindo, assim, que ainda haja venda de medicamentos sem prescrição médica para qualquer pessoa e se aproveitam do medo e hipocondria dos indivíduos para manipulá-los e fazê-los comprar remédios.

Em segundo plano, é fulcral expor que, durante o período da Alemanha Nazista, ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial, médicos fascistas realizavam experiementos em pessoas que eram contrárias ao regime vigente no país, a fim de descobrirem, por exemplo, os efeitos das armas químicas no organismo humano. Este cenário ainda é muito semelhante à realidade atual, uma vez que animais vivos são utilizados como cobaias em laboratórios com o objetivo de passarem por testes de remédios e outros químicos que serão vendios pelas indústrias farmacêuticas para o consumo humano. Vale ressaltar que o entrave é corroborado pela indiferênça da socieade perante às torturas às quais são submetidos os animais durante os experimentos de fármacos em seu organismo, já que não procuram se inteirar sobre as origens dos produtos que consomem ou sobre como são testados, o que permite que a indústria farmacêutica cresça e lucre em cima do sofriento de seres vivos inocentes.

Portanto, é fundamental que o Estado, junto ao Ministério da Saúde, criem leis mais rígidas que proíbam ensaios de medicamentos e testes de sintomas feitos via internet e, também, garantam a fiscalização de empresas farmacêuticas para garantir que não utilizem cobaias vivas para seus experimentos e de farmácias, para que não vendam medicamentos sem prescrições médicas ou cobrem preços absurdos por eles. Com isso, espera-se combater os crimes e os perigos oferecidos pelas indústrias de farmácias e promoveer a melhoria da saúde pública.