Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 25/06/2020
Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, Todo ser humano tem direito à vida e, assim, é necessário que esses tenham acesso a medicamentos para que seja garantido esse direito fundamental. Porém, isso se transforma em um problema quando envolve a indústria farmacêutica, pois este traz alguns perigos, como medicamentos de fácil acesso e a produção do medo para atender a interesses comerciais dessa indústria. Em primeira análise, é observado que medicamentos de fácil acesso pode prejudicar a saúde de quem faz uso sem uma prescrição médica. Nesse sentido, é válido destacar um dado do jornal “Folha de São Paulo” no qual mostra que apenas 8% da população brasileira sabe ler e escrever de modo proficiente (capaz de entender bem todos os tipos de textos).Dessa maneira, fica claro que é muito perigoso, em um país com baixíssimos níveis de alfabetização, que qualquer pessoa consiga alguns medicamentos facilmente e sem uma orientação médica adequada. E, tal realidade, só é possibilitada por uma indústria farmacêutica que estimula o uso de qualquer medicamentos em qualquer situação e por uma legislação frágio que permite o fácil acesso a medicamentos. Em segunda análise, em uma análise aprofundada sobre a indústria farmacêutica, é inegável que, muitas vezes, esta indústria “produz” o medo numa sociedade pra atender a interesses comerciais. Nesse viés, é notável, como mostra uma matéria do site “pragmatismo político”, que a indústria farmacêutica, por meio de muitos médicos e propagandas, vem produzindo o temor na população, dizendo sintomas e riscos que o povo precisa se preocupar. Essa atitude se mostra muito vantajosa para farmácias, pois faz a venda de drogas disparar, gerando cada vez mais lucro. No entanto, isso essa indústria capitalista pode prejudicar muito a saúde dos menos informados, que fazem uso constante de medicamentos sem a devida orientação de um médico. Portanto, o Supremo Tribunal Federal deve proibir propagandas que estimulem o uso de medicamentos sem necessidade ou sem prescrição médica. Isso pode ser feito por meio de leis que punam empresas farmacêuticas que indicarem medicamentos sem explicar sua real necessidade ou sem orientação medica para melhor zelar pela saúde da população brasileira. Além disso, o Ministério da Educação deve lançar uma campanha, na qual irá nas escolas brasileira explicando os interesses da indústria farmacêutica e os perigos de se consumir medicamentos de forma inadequada. Tudo isto com objetivo de informar melhor os jovens para serem responsáveis e cuidadosos com a saúde.