Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 25/06/2020
Segundo o pai da medicina moderna Hipócrates ‘‘Saúde não é tudo, mas tudo é nada sem saúde’’.mesmo com todo o desenvolvimento social e tecnológico presente, existem organizações, como a indústria farmacêutica, que podem estar colocando o lucro acima do bem-estar da população. Nesse sentido, percebem-se dois pontos nessa problemática: a comercialização da saúde e a inserção, imoral, de receios psicológicos na mente dos cidadãos.
Em primeira analise, é importante salientar que, para a indústria farmacêutica, o pior remédio é o que mata, e o segundo pior é o que cura. Eles ficam procurando um meio-termo para não matar nem curar os ‘‘clientes’’. Fazendo com que se tornem dependentes de suas substancia químicas ao máximo possível. Segundo o Cardiologista Lair Ribeiro- medico com um dos currículos mais brilhante do Brasil e foi diretor de companhias farmacêuticas americana por vários anos: ‘‘Como o nome já diz, é uma indústria, ela visa o lucro. Investidores compram suas ações e esperam um retorno financeiro em cima delas". Torna-se claro, à vista disso, que a saúde dos cidadãos são colocadas em segundo plano por essas entidades, as quais têm o lucro como principal objetivo em detrimento da qualidade de vida da população.
Em segunda analise, outro grande fomentador dessa problemática é a manipulação que essas indústrias colocam na população por meio de propagandas e técnicas de marketing,fazendo com que os cidadãos, ainda que saudáveis, sejam induzidos psicologicamente a comprar e consumir seus produtos por alumbramento, prometendo milhares de benefícios a saúde ao consumir determinado produto.Essa é a principal maneira que, de fato, faz com que o povo adquira seus produtos, pela influência que muitas vezes são feitas por famosos.
Fica evidente, portanto, que a indústria farmacêutica exerce um grande poder na vida das pessoas, mas com grandes poderes advém grandes responsabilidades. Nesse sentido, faz-se necessário que o Ministério da Saúde,desenvolva um órgão de controle rígido, de fiscalização e de comprovação da eficácia do medicamento oferecido. A fim de que sejam vendidos apenas remédios funcionais, o que colabora com o combate da saúde do povo seja colocada em segundo plano. além disso, que a mídia de cada município brasileiro, juntamente com o Governo Federal, disponibilize comerciais que conscientizem a população de que medicamentos em excesso acabam sendo prejudiciais e que se deve avaliar a eficiência do remédio antes de comprar e não só sua propaganda.Só assim a saúde será enaltecida.
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